segunda-feira, 29 de julho de 2013

Recentes Atividades

Eis abaixo os links para alguns eventos dos quais Ana e eu participamos, levando avante o nome do CVMARJ, APVMA, ABPVM e GH-FEB:

Semana que vem, no domingo, a "Velha Dama" fará reestréia no circuito. O problema que tanto me abalou e entristeceu, resumiu-se a substituição da junta do cabeçote, que estava partida entre os cilindros 5 e 6. Portanto, a poderosa WC51 volta para a estrada no domingão, em direção a Taquaritinga (25km). Depois a 22 de agosto vamos a Araraquara para abrir o desfile da cidade com os três veteranos nonagenários de lá...

E finamente, o Sete de Setembro em Jaboticabal, desta vez sem a presença de Rubens Stéfani, que nos deixou quinze dias atrás... A Cobra Segue Fumando!!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Portal K3 - infeliz...

Lastimável a pequena reportagem efetuada sem conferir os dados comigo e Ana, que estávamos ali ao lado de nossos heróis. Interessaram-se pelas fotos, não escutaram o que foi respondido, e tomaram notas equivocadas, valendo um prêmio para "Guarda de Cães". Abaixo, o link para a reportagem e o e-mail que enviei ao "fale conosco" do portal...



CINCO MIL PESSOAS VISITAM EXPOSIÇÃO DE CARROS ANTIGOS
A Kappa perdeu uma magnífica oportunidade de fazer uma reportagem séria, para o site ou para a versão impressa. Praticamente nada do que foi publicado em relação aos veteranos confere com a realidade, a repórter, infelizmente, mostrou-se despreparada e suas notas redundaram nessa lastimável publicação.
Marino 93, Motta 92 e Pires 94, são heróis brasileiros que não permanecerão muito tempo conosco. Ana e eu somos os proprietários do Jeep 1942 e fazemos um trabalho de divulgação da História da F.E.B. que acaba prejudicado por publicações como essa. Marino e Motta estiveram na Itália durante a Segunda Guerra, e Pires integrou a Defesa de Litoral, num capítulo ainda pouco explorado de nossa História Recente. Nunca houve Guarda de Cães - Pires esteve em guarda dos cais, nos portos. Marino foi herói da batalha de Montese e Motta integrou o Depósito em Staffoli, até voltarem no segundo semestre de 1945 ao Brasil. Peço a fineza de corrigirem a matéria ou se tiverem interesse de fazer algo mais completo e correto, sobre ELES, que entrem em contato conosco. Grato.

O email foi enviado com sucesso!
Por favor, aguarde que entraremos em contato brevemente. Obrigado!

Abaixo, ainda, mais uma foto de nossa lavra, valorizando esses homens.


Após queixas por correio eletrônico, percebi em 23 de julho que houve correção em parte da matéria, ficando um pouco melhor, pelo que agradeci:
Grato pelas pequenas correções, que deram melhor rumo ao artigo da internet. Sugiro que promovam nova reportagem, em 22 de agosto, quando eles abrirão o desfile da cidade embarcados em nossos veículos militares preservados da Segunda Guerra Mundial, pelo terceiro ano seguido. São heróis que estão nos deixando aos poucos e merecem ser valorizados.

terça-feira, 9 de julho de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

RAI e FEB

Eis aqui um link para um vídeo, da emissora pública de TV na Itália, a RAI. Há uma boa passagem sobre a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

M37 x WC51

Texto de nosso amigo Luciano Marchetti, que reproduzo sem autorização dele...


O numero de série das dodges VC e WC (2a Guerra) ficam no chassis do lado do motorista, entre o para-choques dianteiro e o eixo dianteiro. Tem 8 dígitos.
Estas pararam de ser fabricadas em 1945.
 
Quanto a Série M, existem 2 modelos bastante distintos. Existe a família formada pelas M37 (M37 3/4 ton cargo truck, M42 command truck, M43 ambulance, V41 telephone maintenance truck), e existe a Dodge M601. Ambas foram desenvolvidas para aplicações militares, só que a M37 tem um projeto de origem militar, enquanto a M601 foi um desenvolvimento em cima das Dodge Power Wagons civis, porém adaptadas pela própria Dodge para os requisitos das forças armadas.

As Dodge M37 (e família) começaram a ser produzidas em 1951 e ficaram em produção até 1968. A M601 eu não tenho informação. Mas creio que sejam do final da década de 1960.
 
Quanto a diferença, é mais fácil você procurar na internet. Apesar do jeitão dos carros ser o mesmo, os 3 modelos são muito distintos. 
Muda toda a carroceria (a principal diferença é o capo, que na WC abre ao meio, e na M37 abre como um carro moderno), a parte elétrica da M37 é 24 volts blindada, o motor é basicamente o mesmo (a cilindrada da M37 é um pouco maior), o cambio muda (seco x sincronizado, na M37), a caixa de transferência da M37 tem reduzida, etc...
 
Fazendo um paralelo com o Jeep willys, o modelo MB seria uma Dodge WC. O Willys M38 seria uma Dodge M37. E o Kaiser 606 seria uma Dodge M601.
 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

A Saga da Dodge 1944 (I)

A "Velha Dama" vinha com problemas relacionados a princípio com a Bomba de Gasolina. John Bizal enviou os reparos para a reforma da bomba.
Nesse meio tempo, a "Velha Dama" foi ficando parada na garagem e a última ligada foi quando o Marco e Decio estiveram aqui em Jaboticabal, com volta no quarteirão que já foi o suficiente para engasopá-la.
Das seis velas, quatro queimavam bem e duas ficavam meladas. Quando abri a bomba de gasolina durante a semana, percebi alguns 'gaskets' muito estragados, e o diafragma já estava bem esgarçado. Tudo isso se resolveu com o kit de reparo.
Sábado foi o grande dia... Primeiro fiz o teste com a bomba elétrica ligada num galãozinho. Depois de muito tentar, não houve resultados satisfatórios e comecei a ficar imaginando como o carburador Zenith e o motor estariam aguentando a pressão da bomba elétrica. Desisti, não pegava de jeito nenhum e como a bomba orignal estava pronta, recoloquei.
Quase 20h00min de sábado, e dá-lhe botão de partida. Depois de várias tentativas o motor começou a funcionar com sofreguidão, percebia-se que o ruído era péssimo e afinal, depois de um minuto acelerando, a caixa do motor virou uma fonte jorrando óleo e gasolina para todos os lados!! Um espetáculo dantesco...
Imediatamente desligamos o motor e Ana e eu começamos a examinar o cofre do motor, completamente tomado com óleo e gasolina, não havendo como identificar de onde teria vindo tanta coisa. Examinei o nível de óleo pela vareta e constatei que estava duas vezes ACIMA do 'full' !! A conclusão óbvia, ao cheirar a vareta, é de que gasolina e óleo se misturaram sabe-se lá como...
Enfim, a frustração foi enorme, e quero tirar a "Velha Dama" da garagem amanhã mesmo com um guincho e levá-la para algum mecânico para promover o exame do que couber e diagnosticar de maneira mais eficaz os acontecimentos.
Nesta manhã, limpei um pouco o chão da garagem face a lâmina de óleo que cobria o chão. Aproveitei e esgotei o cárter, dali saindo uns 10 litros de líquido pouco viscoso e negro. Estou tentando decantar os dois galões que usei para recolher esse líquido e ver se realmente há gasolina e óleo.
O desafio tem sido gigantesco com a Dodge, e o Jeep tem se mostrado muito mais amigável. Tem sido uma luta, mas Ana e eu decidimos que não vamos desistir. Amanhã converso com o Vanusa, preciso tirar a "Velha Dama" da minha vista por algum tempo, levando-a até a garagem dele, e a seguir espero uma (im)provável visita do Waldemar, graças a insistência do mano Spina.
Vamos em frente...

Bomba eletrica tem que usar dosador (redutor de pressão), você usou? Como estava dando excesso, a gasolina extra foi parar no carter, o que poderia "matar" teu motor...
Zanotto Junior Está complicado Dr. Vitor Santos, vc rodou o motor com oleo e gasolina junto, isso pode danificar as bronzinas de mancal da arvore de manivelas e do comando de valvulas, com relação a utilização da bomba eletrica com eu disse em um post, é preciso colocar retorno do excesso do combustivel para o tanque e fechar totalmente o dosador e vir abrindo o mesmo até conseguir uma passagem de combustivel adequado para o bom funcionamento da maquina, sei que é complicado, mas não desista, e as vezes o facil se torna dificil, então o melhor remédio é mandar p um doutor em motores para solucionar o problema...boa sorte e vamos seguindo sua saga!!! 73

Zanotto Junior, realmente é preocupante. Não sei até que ponto o estrago foi feito e só no sábado vou fechar o cárter e completar com óleo novamente, para tentar ligar a "Velha Dama". Já chegamos a conclusão de que um especialista precisa abrir o coração da velha combatente e talvez isto aconteça.
Vou checar com alguns amigos se posso ou não levar adiante esse projeto, qual seja, de corrigir o nível de óleo, substituir as velas por outras novinhas, e dar na partida, já que a bomba de gasolina está perfeita.

O tempo total rodado com a mistura óleo/gasolina foi de menos de dois minutos, e então o motor virou uma fonte, resta saber por onde saiu toda a mistura, se saiu apenas do bujão de óleo, ou se saiu pelas juntas do motor... Se isto tiver acontecido, então realmente vai ser fácil perceber...

domingo, 23 de junho de 2013

Military Stencil

Durante o Encontro de Veículos Militares Antigos em Itu, SP, Alessandro Gomes trouxe informações sobre esta loja na internet, de interesse geral dos colecionadores:



domingo, 19 de maio de 2013

Bloody Dodge Sunday!


Cheguei a conclusão de que Dodge dá muuuuuuuito trabalho eh eh eh! Desistir? Jamais.
Percebo que dos seis cilindros, dois não estão girando, e ao tirar as seis velas, as duas desses cilindros não estão "oxidadas" como poderia ser - estavam limpinhas, mas enxarcadas em óleo/gasolina.
Também percebi que tenho uma pequena entrada de ar na linha de combustível antes do filtro FRAM de plástico, e por isso hoje é o dia de voltar o velho filtro original de combustível ao seu local correto, e dizer adeus ao filtro plástico.
Por fim, preciso saber qual a espessura da borracha nitrílica que devo comprar para refazer o diafragma da bomba de gasolina, pois a Elastim (vide google) tem de cinco espessuras diferentes e vendem por metro quadrado. — em Jaboticabal.
Gisele Braga É meu amigo, vela babada, anel de segmento quebrado. Pode acreditar.
Alex Duboc talvez não estejam necessariamente quebrados... meu ex-jeep 75 (com motor BF 161, 6 cc) tinha o péssimo hábito de girar os anéis, alinhando os vãos e permitindo a passagem de óleo. Bom, de qualquer jeito, você terá que abrir o bicho e trocar os anéis... quero ver achar... hehe!
Vitor Santos http://www.midwestmilitary.net/dodgewc.html
Vitor Santos Fim de domingo para a Dodge. O filtro de gasolina original voltou ao seu lugar e está perfeito. Todos os contatos e cabos de vela foram limpos, todas as velas são novas. O motor funcionou, mas certamente há dois problemas remanescentes.
1) A bomba de gasolina precisa ser desmontada, e checada. Com o "rebuilt kit" de John Bizal, deve ficar em ordem.
2) Acho que de tanto mexer e tentar rodar com a "Velha Dama" no domingo, 05 de maio, é provável que os anéis de segmento de ao menos um pistão, tenha ido para as cucuias. Já encomendei o jogo (.60) via Ebay.
De resto é torcer para que não seja algo mais grave.
E assim caminha a humanidade...

domingo, 5 de maio de 2013

Fuel Pump Dodge 1944


Alerta - embora não pareça, esta mensagem é técnica...

Aos amigos mais "conhecedores" das mazelas destas nossas velhas companheiras, a viaturas militares antigas - Bruno, Cláudio, Marchetti Brothers, Gerhardt, etc...

Olá amigos(as) 

Hoje saímos com tudo para ir ao Encontro de Carros Antigos de Monte Alto, com o Jeep e com a Dodge. Deixamos tudo afinado e 08h00 já estávamos atravessando Jaboticabal.

Alegria de pobre dura pouco eh eh eh... Depois de percorrer um quilômetro, a Dodge começou a ratear e morreu. Estacionava, colocava um pouquinho de gasolina direto na entrada do carbura, dava na partida, pegava, rodava mais uns 500m, morria e assim
a operação foi se repetindo até eu chegar a conclusão de que havia algo errado.

Tanque de combustível cheio, filtro de gasolina em ordem e operacional. Liguei ao meu mecânico (coitado!) e por telefone ele perguntou se eu tinha água no isopor. E eu tinha, bem geladinha!! Mandou jogar em cima da bomba de gasoilna e dar na partida. 

Não é que a Dodge funcionou direitinho e na hora, sem precisar ficar carregando combustível no carbura? Mas rodou pouco, como antes, e resolvemos voltar para casa, já que o mecânico Vanusa decidiu - bomba de gasolina pifada.

Sei que terei vertentes opostas de pensamento, com sugestão de troca da bomba por uma moderna de chevette ou opala (se não estou enganado), mas sou filho de português e libanês e acho que vou continuar pela via errada.

Perguntas

1) Julgam-me os senhores, capaz de desmontar a bomba sem auxílio de mecânico? Qual o grau de complexidade?

2) É possível efetuar reparos nessa bomba, ou devo comprar outras em substituição com nossos fornecedores americanos?

3) Antes de desmontar freneticamente a bomba, devo cuidar de algum outro problema que pode ter passado desapercebido?

By the way, a Dodge conseguiu retornar até em casa, ser guardada na garagem, e Ana e eu seguimos apenas com o Jeep até Monte Alto, sendo que o Jeep atraiu muita atenção, com muitas fotos e explicações sobre o veículo e sobre a FEB. Muitas pessoas ficaram surpresas com nossas informações sobre como os brasileiros se comportaram na Segunda Guerra Mundial, etc....

Obrigado a todos - há duas fotos no Facebook, mostrando o Jeep, Ana e eu.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Matéria sobre a Colonna em Jornal

Eis abaixo uma matéria que menciona minha esposa e eu, durante a Colonna della Libertá 2013, realizada no entorno de Verona, incluindo o Lago de Garda, na Itália.

"(...) Poco distante, tra due jeep, s'incontrano Vitor e Ana Santos, una coppia di coniugi brasiliani che abitano a Jaboticabal, a 400 chilometri da San Paolo. Fanno parte di un gruppo di rievocazione storica a cui aderiscono soci di San Paolo, del Minas Gerais, di Rio de Janeiro e del Paranà. Di brasiliani, alla Colonna della libertà, ce n'è una quindicina, tutti appassionati di storia e tutti partecipanti con le loro divise e la loro bandiera. Ai passanti che chiedono incuriositi cosa c'entri il Brasile con la seconda guerra mondiale Vitor e Ana ricordano che nel 1943 venne creata la Forza di spedizione brasiliana, la Feb, che combattè a fianco degli Alleati.  In Italia la Feb fu impegnata sull'Appennino modenese (...)"

A matéria completa está em: