quarta-feira, 18 de abril de 2012

Quinto Encontro Anhanguera

Três links importantíssimos para todos(as) os(as) interessados em Veículos Militares Antigos, e na História da Força Expedicionária Brasileira. Quinto Encontro Anhanguera de Veículos Militares Antigos em Itu, no mês de Junho.

Meu interesse e o de Ana se confundem, apenas e tão somente, com o antigomobilismo da Segunda Guerra e o resgate histórico da participação brasileira naquele evento bélico marcante do século XX.

Estou tentando publicar os links no www.scribd.com/PY2NY mas parece impossível neste momento.

domingo, 15 de abril de 2012

Dodge Voltage Regulator - Help


Caros(as) amigos(as)
Tenho uma Dodge WC-51 com sistema de 12v.
O regulador de voltagem está liberando 19v para a bateria, o que é muito.
Como é feita a regulagem para que sejam entregues 14 ou 14,5 volts e não mais do que isso? Os resistores foram testados e estão em ordem. O capacitor parece estar bem. A bateria é nova.

Carissimi amici
Ho un Dodge WC-51 con sistema di 12v.
Il regolatore di tensione è rilasciando alla batteria 19V, che è molto.
Como se fai L'adeguamento per la consegna a 14 o 14,5 Volt e non di più? Le resistenze sono stati testati e sono in ordine. Il condensatore sembra andare bene. La batteria è nuova.

Dear friends
I have a Dodge WC-51 system 12v.
The voltage regulator is releasing 19v to the battery, which is very high.
How can I do the adjustment in order to delivery 14 or 14.5 volts and no more than that? The resistors have been tested and are OK. The capacitor seems to be fine. The battery is new.







Marcínio, PU2MAS, ajudou muito no sábado, com instrumentos de precisão. Além disto, após retornar a seu Hotel em Jaboticabal, passou as seguintes informações:

Veja o que diz o manual Dodge TM 9-808, páginas 198 – 199:
b. Voltage Regulation. The output of the generator is controlled in relation to the voltage requirements by the generator regulator, mounted on the engine side of the dash, keeping the battery fully charged and maintaining proper voltage under normal driving conditions. This means that the pointer of the ammeter mounted on' the instrument panel of the vehicle may gradually approach zero, as the battery becomes fully charged. This indicates that the generator output has dropped to a small sustaining charge necessary for a fully charged battery to prevent overcharge. The regulator contains three units, each performing a distinct and independent function. The three units of the regulator are known as the circuit breaker, the voltage regulator and the current regulator.
Veja também o manual Dodge TM 9-1808A, página 211:
k. Test Voltage Regulator (fig. 159). Disconnect the field rheostat used in previous test and reconnect the field terminal at the regulator. Set regulator test selector switch in number 5B position. With engine operating at normal temperature, run it at about 2,000 revolutions per minute for approximately five minutes to permit the voltage to stabilize. Read the yellow scale for 6-volt systems or the red scale for 12-volt systems. If the voltmeter readings check within 7.2 to 7.5 volts at room temperature for 6-volt systems or 14.0 to 14.5 volts for 12-volt systems, the voltage regulator unit can be passed as operating correctly. However, if the voltmeter reading does not check within these limits, adjust or rebuild the voltage regulator (pars. 97 and 98).

domingo, 8 de abril de 2012

Colonna 2012

Maravilhoso evento já desfrutado por alguns brasileiros e que em 2012 deve agregar 150 veículos da Segunda Guerra Mundial no entorno de Bologna (ITA).

Programa completo:

http://pt.scribd.com/doc/88495154/Colonna-2012-Portuguese


sábado, 24 de março de 2012

Divulgando a FEB na Itália


Série de palestras e Congresso sobre os brasileiros da FEB
(Força Expedicionária Brasileira)
 

Uma série de palestras sobre a história envolvendo a FEB (Força Expedicionária Brasileira) será proferida pelo guardião do Monumento Votivo Militar Brasileiro de São Rocco (Pistóia). Mario Pereira usa todos os meios disponíveis para divulgar a história do contingente sul-americano que participou da libertação da Itália e, com o Quinto Exército (5th Army – USA), livrou-a do jugo nazi-fascista.

O primeiro compromisso está agendado para 27 de março, em Milão, no Instituto de Primo Levi S. Donato Milanese, uma escola que reúne o Clássico Científico e Linguístico, onde ocorrerá a exibição de um documentário criado pelo mesmo Mario Pereira, seguido de uma discussão com os alunos do Instituto.

Uma segunda projeção será feita em 3 de abril, durante uma Aula Magna no auditório do Instituto G B Mazzone na cidade de Prato, na Rua S. Silvestre, n. 11 a partir de 18h30min com entrada franca.

Repetir-se-á o evento em Bolonha a 22 de abril, em cooperação com a ANPI Bologna e com a ajuda de seu amigo Valerio Frabetti, exibindo-se o documentário dentro da programação do Cinema Lumière na Via Azzo Gardino 65 às18h00min, com ingresso gratuito.
Nova projeção está programada para a noite de 26 de maio em Gaggio Montano, no salão cívico da cidade que fica no sopé de Monte Castelo, fortaleza natural dominada pelos alemães e capturada pelos brasileiros depois de quatro tentativas (1944/1945).
"No documentário que produzi e uso como meio de divulgação em vários níveis, emerge com força o vínculo humano dos soldados da FEB com Partigianos e a população das áreas por onde passaram.
Todas essas atividades - diz Pereira - estão programadas para divulgar a história da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que se ativou na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Além desses eventos, haverá um programa importantíssimo incluído na manifestação “Viva os Apeninos”, na cidade de Montecatini Terme entre 11 e 20 de maio: nesta estrutura, tudo será focado na história da FEB. De fato, no dia 11 às 10h00min será aberto um Congresso com veteranos que virão do Brasil especialmente para o evento e refazer o caminho, nos dias seguintes, pelas ruas que transformaram os “Pracinhas” em protagonistas da libertação da Itália em 1944/45.
Os participantes viverão a História e será um momento importante para dar a conhecer aos jovens estudantes a história da escola jovem permaneceu nas sombras por muitos anos. É quase certa apresentação, também, de um trailer de filme sobre a FEB produzido por um diretor milanês.
Outro evento para amantes de caminhadas e montanhas está previsto para 21 de abril, com uma jornada partindo da cidade de Abetaia, passando por Monte Castello, seguindo até a Serra de Ronchidoso continuando para Monte Belvedere e, em seguida, descendo para Rocca Corneta.
Para obter informações sobre esses eventos entre em contato com 3483828751 ou escreva para rio.pistoia @ tiscali.it



domingo, 12 de fevereiro de 2012

Jeep 1942 - Velas / Spark

Velas de ignição para o Jeep 1942

Preciso trocar as quatro velas de meu Willys 1942 e ouvi algumas dicas que me deixaram encafifado. Disseram-me que eu devia procurar velas para o Jeep 6 cilindros, e em hipótese alguma, comprar velas de Maverick, que são empurradas como boas.
Em Jaboticabal, ninguém sabe de Jeep 6 cilindros, o que dizer de meu 4 cilindros, então... Visitei o website da Jipebrás e DETALHE, as velas para Jeep lá são as mesmas para o Maverick.
Consultei a lista de discussão do CVMARJ na internet e ouvi algumas opiniões. Apresento minha conclusão ao final do texto.

Randal: As velas do Maverick 4 cilindros são as mesmas do Jeep 4 cilindros nacional, pois o motor é o mesmo - Ford OHC. As velas do Jeep 6 cilindros nacional é a NGK B6S, que é a mesma do Jeep 51, que por sua vez também cabem no MB/GPW.
Compre 4 velas NGK B6S, que é a mesma do Jeep 5224 (6 cilindros), que é a mesma do CJ3A (51), que, por sua vez, é igual a do MB/GPW...

Ricardo de Brasília, ratificou a postura de Randal, do Paraná.

Vitor Lima, de BH: Há diferenças essenciais com relação às velas do Jeep 42.
Existem dois modelos de vela para o 42, ou seja, uma vela mais "quente", (para climas frios) e outra mais "fria", para uso em locais de clima mais quente.
Resumindo, como estamos em clima tropical, há de se colocar uma vela mais "fria", pois, caso contrário, colocando-se uma vela mais "quente" (se não me falha a memória, NGK BP-5), a ignição e posterior combustão será mais concentrada intensa no cabeçote, o que colabora para a "queima" de juntas do 42, o que é bem comum acontecer devido a isso... (essa é uma explicação técnica que já ouvi há alguns anos...).
Acredito, que a correta, é a NGK BP-6, se não estou enganado...


Conclusão
Adquiri cinco velas novas da NGK, embaladas, pelo valor total de R$ 47,00 na RB, em Jaboticabal.  Mais barato do que na Jipebrás e sem custo de frete.
As caixas das velas indicavam o modelo B6S (Bravo Six Sugar) e o número 3510, compatíveis portanto, com a orientação recebida dos amigos do CVMARJ.
Por curiosidade, visitei o website da NGK do Brasil e encontrei o catálogo completo de velas de ignição e até mesmo informações técnicas (na parte final do documento em PDF). Os conceitos de “quente” e “frio” mencionados por Vitor Lima, e os motores mencionados por Randal, estão ali.
A B6S aparece como compatível para motores 184 de Jeep e Rural Willys 6 cilindros. No mesmo catálogo, é usada com a GM C10/14/15 e com a Ford Maverick 184 6 cilindros. As anotações em negrito indicam as velas originalmente usadas nos veículos, como a B4 para o Jeep e o OHC da Ford.
Resumo da ópera – B6S da NGK, a melhor solução.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Encontro FEB - Italia 2012


Encontro Veteranos da FEB

ITALIA, 11 – 19 MAIO 2012


Programação:

Sexta  (11 maio):          Chegada com vôo Charter em Pisa ou outro aeroporto.
Deslocamento com ônibus GT em Hotel nas vizinhanças de Pistoia check in e jantar em Hotel

Sábado (12 Maio):        Apos café da manhã deslocamento para Montecatini Terme, na manifestação Vivere l’Appennino, congresso histórico sobre a FEB na estrutura.
                                      A seguir: almoço na estrutura
                                         A seguir: passeio em  Montecatini Terme, com possibilidade de Shopping
                                      Jantar e pernoite em Hotel

Domingo (13 Maio):     Apos café da manhã,deslocamento ao Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia pela solenidade à presença das Autoridades locais. (caso mau tempo a missa será realizada numa igreja)
                                      A seguir: almoço no Quartel de Pistoia (Caserma Marini) e
                                      visita livre de Pistoia
A seguir: retorno ao Hotel, jantar e pernoite.

                                     

Segunda (14 Maio):      Apos café da manhã,deslocamento para Staffoli (DP-FEB) com solenidade junto à capela construída pelos integrantes da FEB.
A seguir: deslocamento em direção de Lucca almoço em restaurante
A seguir: chegada em Borgo a Mozzano com visita das fortificações da Linha Gótica, Museu (antiga estação de Borgo a Mozzano) e visita ao ponte della Maddalena (ponte do Diabo).
Retorno e jantar e pernoite em Hotel



Programa para as Senhoras:                   (as que não querem seguir o programa da solenidades)

Após café da manhã deslocamento para Designer Outlet de Barberino Del Mugello, para shopping entre lojas das mais prestigiosas firmas.
Almoço em Lucca junto ao restante do grupo.
Na parte da tarde visita de uma exclusiva  alfaiataria artesanal no interior de um prédio de 1500 tipico da cidade.
Entre os tectos pintados, espelhos dourados, enormes lustres, sofás de veludo e móveis antigos, existem  manequins, espaços teste, as amostras de tecidos e roupas macias assinado,criações exclusivas e sofisticadas...elegante deste ambiente haverá um exclusivo desfile de moda seguido de um aperitivo com o proprietário.


Terça  (15 Maio):          Após café de manhã deslocamento para Porretta Terme
Visita da cidade termal.
Almoço num restaurante típico
Deslocamento para Monte Castelo com solenidade, à presença das Autoridades Locais.
Visita de Monte Castelo, Guanella, Abetaia, Bombiana.
Deslocamento rumo a Montese.
Check in em Hotel.
Jantar e pernoite.


Quarta (16 Maio):         Após Café da Manhã
Solenidade em Montese à presença de Autoridades.
Deslocamento para Maranello
Almoço na fabrica Ferrari.
Visita na parte da tarde do museo.
Volta a Montese
Jantar e pernoite
                                     

Quinta (17 Maio):         Seguiremos  para Pontescodogna
                                      Solenidade alusiva em Pontescodogna (rendição 148ª)
                                      Almoço no Restaurante Corte di Giarola
                                      Deslocamento para visita de lugares da memória quais Fornovo, Collecchio, Neviano de’ Rossi, ecc.
                                      Partida para Lido di Camaiore/Viareggio
Check-in no Hotel
                                      Jantar e pernoite


Sexta  (18 Maio):           Apos café da manhã
Passeio na cidade de Pisa, com possibilidade de visitar o Parque da Quinta Real de San Rossore, (reserva natural que faz parte do Ente Parco Regionale de Migliarino, geminado com o Parque Nacional de Foz de Iguaçu)
Almoço em restaurante ou na pousada do Parque
Tarde livre p/passeio
Retorno no Hotel em Lido de Camaiore/Viareggio,
Jantar de gala
Pernoite


Sábado (19 Maio)         Após café da Manhã deslocamento para aeroporto e volta ao Brasil.



EVENTUAL PROSSEGUIMENTO PODE SER SOLICITADO INDIVIDUALMENTE, E SERA PROGRAMADO SEGUINDO AS ESIGENCIAS DE CADA GRUPO/PESSOA



Na programação deste EVENTO, que para a nossa área terá uma importância sócio/cultural de relevo, informamos que a programação acima é de se considerar como indicativa. As varias possibilidades que podem ser criadas na fase de realização são inúmeras, como não é atualmente possível valorar a carga do deslocamento de ônibus para o atendimento no aeroporto de chegada e partida.

De qualquer forma tentamos indicar o custo estimado por pessoa participante do evento:



Pacote de uma semana de 11/05/2012 a 19/05/2012 tudo incluído desde a chegada a Itália até o regresso(fora a viagem Brasi-Italia e Itália-Brasil)
Euro 1.050,00
Este valor é estimado, e pode subir alterações.

FEB em selos


Texto que repasso, em homenagem a outro veterano da FEB, conforme notícia veiculada em jornal.

O Pracinha que virou selo
Tribuna de Anápolis, Sáb, 10 de Dezembro de 2011
Allyson de Sou­sa

Um dos mais ce­le­bra­dos ex­pe­di­cio­ná­rios bra­si­lei­ros em Go­i­ás, o ca­pi­tão Waldyr O'Dwyer, foi ho­me­na­ge­a­do pe­los Cor­rei­os na se­ma­na pas­sa­da. Lan­ça­ram-se dois se­los cu­jo te­ma era o ex-mi­li­tar: o mo­ti­vo é a pas­sa­gem mar­can­te de O'Dwyer tan­to pe­la his­tó­ria mi­li­tar na­ci­o­nal, ao inte­grar a For­ça Ex­pe­di­cio­ná­ria Bra­si­lei­ra (FEB), re­pre­sen­tan­te do pa­ís no te­a­tro de ope­ra­ções bé­li­cas ao la­do do es­for­ço de guer­ra ali­a­do no con­fli­to mun­di­al de 1939-45, quan­to pe­lo cenário em­pre­sa­ri­al go­i­a­no.
A ho­me­na­gem acon­te­ce em uma da­ta mar­can­te em to­do o mun­do. Na se­ma­na pas­sa­da, mais pre­ci­sa­men­te a 7 de de­zem­bro, co­me­mo­ra­ram-se 70 anos da vi­ra­da na Se­gun­da Guer­ra Mundi­al. Até es­sa da­ta, a mai­o­ria dos his­to­ri­a­do­res afir­ma que as chan­ces de vi­tó­ria ten­di­am, de ma­nei­ra in­du­bi­tá­vel, pa­ra o la­do das po­tên­cias do Ei­xo, for­ma­do pe­la Ale­ma­nha, Ja­pão e Itá­lia (ini­ci­al­men­te), li­de­ra­do pe­la pri­mei­ra. Exa­ta­men­te a 7 de de­zem­bro de 1941, os japoneses ata­ca­vam a ba­se na­val nor­te-ame­ri­ca­na de Pe­arl Har­bour, no Ha­vaí, e mu­da­vam a sor­te do con­fli­to, uma vez que en­ga­ja­vam no es­for­ço bé­li­co a mai­or eco­no­mia da épo­ca: os Esta­dos Uni­dos da Amé­ri­ca.
Em con­ver­sa com a Tri­bu­na de Aná­po­lis, o ca­pi­tão Waldyr re­cor­da que o cli­ma no Bra­sil à época foi de re­vol­ta con­tra a ação da po­tên­cia ori­en­tal do Ei­xo e de re­for­ço da so­li­da­ri­e­da­de das na­ções do con­ti­nen­te ame­ri­ca­no. "O Ge­tú­lio (Var­gas, pre­si­den­te do Bra­sil à épo­ca) foi pres­sio­na­do pe­la opi­ni­ão pú­bli­ca a en­trar na guer­ra ao la­do dos Es­ta­dos Uni­dos, por­que tínhamos nos com­pro­me­ti­do por tra­ta­dos a apo­i­ar qual­quer ação de agres­são con­tra qual­quer pa­ís do nos­so con­ti­nen­te", re­me­mo­ra o ex-mi­li­tar. Ca­pi­tão Waldyr es­ta­va em San­tos quan­do foi con­vo­ca­do pa­ra o pro­ces­so de se­le­ção da FEB, que en­vol­veu a par­ti­ci­pa­ção de 100 mil cidadã­os bra­si­lei­ros. Ele es­ta­va en­tre o con­tin­gen­te de 25 mil que em­bar­cou sob o es­tan­dar­te da FEB pa­ra a Eu­ro­pa, em 1944.
O'Dwyer acres­cen­ta que os sol­da­dos bra­si­lei­ros es­ta­vam ple­na­men­te con­sci­en­tes do que estava em jo­go na lu­ta em que pas­sa­vam a se en­ga­jar. "Es­ta­va em jo­go a lu­ta da li­ber­da­de contra a opres­são, por­que já na­que­la épo­ca ha­via o re­ceio de que o Hit­ler con­se­guis­se mon­tar a bom­ba atô­mi­ca. Já ha­ví­a­mos re­ce­bi­do no­tí­cia de que ele es­ta­va mui­to pró­xi­mo dis­so, Se ele con­se­guis­se, fa­tal­men­te atin­gi­ria seu ob­je­ti­vo, que era do­mi­nar o mun­do", ex­pli­ca.
En­tre­tan­to, já à épo­ca um es­bo­ço de ima­gem re­al do di­ta­dor ale­mão já se for­ma­va en­tre os sol­da­dos. "Àque­la al­tu­ra, mui­to do mi­to da in­ven­ci­bi­li­da­de do exér­ci­to na­zis­ta já ti­nha passado. Achá­va­mos o Hit­ler um lou­co, por­que ele abriu o front ori­en­tal ao in­va­dir a Rús­sia, uma pés­si­ma op­ção de es­tra­té­gia mi­li­tar", ob­ser­va o ex-com­ba­ten­te.
So­bre sua ati­vi­da­de de em­pre­sá­rio, ca­pi­tão Waldyr afir­ma que te­ve iní­cio lo­go de­pois da sa­í­da do exér­ci­to. O ex-com­ba­ten­te pros­pe­rou atu­an­do no se­tor de au­to­mó­veis e com­bus­tí­veis. Atual­men­te, ain­da es­tá à fren­te da Ana­dies­el, um dos mais bem-su­ce­di­dos, du­ra­dou­ros e sólidos em­pre­en­di­men­tos em­pre­sa­ri­ais da his­tó­ria de Aná­po­lis. Em re­la­ção a es­sa úl­ti­ma trajetó­ria, O'Dwyer foi ho­me­na­ge­a­do pe­los cor­rei­os por sua con­di­ção de de­ca­no do empresaria­do go­i­a­no, com um fo­lha de ser­vi­ços pres­ta­da à eco­no­mia do es­ta­do que já du­ra mais de meio sé­cu­lo. 


sábado, 12 de novembro de 2011

Jeep do Spina

Marco Cesar Spinosa e sua esposa Margie fazem parte de nossas vidas desde que nos envolvemos com a história da FEB e o apreço por veículos militares antigos.

Recentemente, nossos amigos viram seu Jeep receber o tratamento devido, em matéria publicada na internet e cujo link segue abaixo.

A leitura é convidativa e a narrativa muito fluída, animada.

Bendix, Gear


Reprodução de mensagem postada na lista de discussão do CVMARJ, com algumas alterações de estilo.

Hoje não aguentei... Depois de dez dias sem o motor de arranque e com um medo danado de quebrar o braço no uso da manivela de partida, resolvemos colocar o Jeep ladeira abaixo e funcionar no tranco...
Algumas constatações e indagações


MOTOR de PARTIDA

I) Faça você mesmo...
Senti enorme prazer em eu mesmo ter dado conta de retirar o motor de partida, desmontá-lo com calma, e localizar o defeito. Para mim, isto representou algo mais no envolvimento com o "hobby", por assim dizer.
Some-se a isto a condição “terapêutica” do ato, com o envolvimento físico e mental na solução de problema não diretamente relacionado às rotinas diárias do trabalho ou de casa.

II) O Defeito...
O defeito principal, em se falando do cranking motor, consiste na quebra da mola do vai-e-vem, que é robusta e ainda assim frágil. Segundo os especialistas, este problema é freqüente nos 42, e pode ser solucionado com a substituição do sistema, usando algo dos jeeps mais modernos, incluindo a roda dentada.
Como desejo manter o Willys MB 1942 s/n 174849 com o maior grau de originalidade possível, descarto a utilização de peças modernas.

III) Substituição
A tal mola do vai-e-vem, que está no Bendix do motor de arranque, pode ser conseguida (com o conjunto todo) no Ron Fitzpatrick, por 40 dólares. Melhor esclarecendo, quando me refiro ao conjunto, quero dizer, que é a mola do bendix e a engrenagem exatamente como podem ver no link a seguir:

IV) Mola do Bendix
É difícil imaginar que ninguém tenha se preocupado com isso até agora. Eu mesmo saí a caça, nesta pequena Jaboticabal, e encontrei um monte de gente com boa vontade. A mola, é claro, não se acha em lugar algum...
A manhã começou na oficina do mecânico de confiança, Vanusa. Dali partimos a procura de um senhor de 70 anos, que trabalhou por 48 anos na Cerâmica Stefani. Achamos com alguma dificuldade o Sr. Paiva, que sempre lidou com tratores, caminhões e colhetadeiras.
Mostramos o estrago, com a mola quebrada e ele teceu suas considerações.

V) Produção
Parece que a tal mola miserável, que quebra sem parar e obriga alguns de nós a substituir o motor de arranque por coisa mais moderna, não é impossível de ser feita, fabricada.
O Sr. Paiva havia mencionado uma pessoa em Taiúva, que está produzindo molas a pedido, com qualidade satisfatória. Ficou de procurar o telefone e informar depois.
Por volta de 11h30min, Vanusa ainda veio até minha casa, a pedido do Sr. Paiva, com o telefone de um outro profissional na cidade de Batatais ou Brodowski.
São, portanto, duas grandes possibilidades para produzir uma mola a título de protótipo.

VI) Conclusao
Minha preocupação, afinal é, será que ninguém pensou nisso antes? Será que já não temos alguém que produza essa mola "on demand" no Brasil? É um absurdo termos que adquirir a engrenagem, os encaixes, e a mola, por 40 dólares, a cada vez em que precisamos substituir apenas a mola.
Prometo mantê-los informados dos eventuais acertos no prosseguimento.



PASSO AGORA A OUTRO TOPICO

CAIXA DE CAMBIO

I) Visão Geral
Estou rodando há bom tempo com o nosso Willys 1942, em estradas e na cidade, sem "off road" e sem nunca ter acionado a reduzida, etc... Não se percebe nada especial ou de errado, grosso modo, na condução do veículo, com as exceções que passo a narrar.

II) Segunda Marcha
Como já fora alertado pelo antigo proprietário, a segunda marcha está sempre dando uma escapadela, especialmente quando o veículo está numa descida ou em situação de pouco esforço. Nestes casos, com a segunda engatada, percebe-se ela escorregar de volta para o ponto morto. Não é nada de mais e não representa problema maior.

II.1) Sugestões sobre eventuais ajustes podem ser enviados ao meu e-mail pessoal. A engrenagem é novinha, e a caixa de câmbio está bem lubrificada.

III) Travamento total da Caixa
Desde 11 de junho (quando nossa Viatura chegou), tivemos dois episódios semelhantes, o segundo deles hoje... Repentinamente, a alavanca das marchas passa a ponto morto, mas o motor continua engatado (provavelmente em 2a ou 3a marcha) e é impossível engatar qualquer marcha.
Hoje, após percorrer uns dois quilômetros nessa condição, houve retorno espontâneo a situação de normalidade, e voltei a engatar as marchas com tranquilidade.

III.1) Agradecerei também qualquer sugestão sobre este probleminha.

A Cobra Segue Fumando...

sábado, 29 de outubro de 2011

Jeep Promotions

This is a message from a guy in UK. You can try to visit his internet book store, is amazing...

Hi Everyone,
Just a quick note to remind one and all about next weekends Northern Military Expo at Newark Showground, Notts (for those of you here in the UK). A huge number of traders are already booked in, selling Jeep parts, Uniforms, 1940's Fashions, WW2 goodies, Books and much more!! So if you haven't made a note of it to come, do it now! Sunday 6th November, open from 9 am til 3pm, and just £5 to get in! Just be there! For more info, visit www.northernmilitaryexpo.co.uk  And on that note, our office will be closed from Firday 4th, until Monday 7th. We shall be taking full stocks of our books with us, so do call in and see our range etc.
We have also added several new book titles to our range, so do re-visit our website at www.jeepworld.co.uk to see more!!
For those who subcribe to the Military Jeep in Action, our next issue goes on the press shortly, so that should be with you all very soon! I will let you all know via email, when its on its way!!
Our new 2012 book catalogue will also be going on the press shortly, and 'should' be posted out mid-November, and again, I'll let you all know when its on its way.
Well thats all for now, hope to see many of you at the Northern Military Expo, 'if I am not running around like a mad-man?'
Mark Askew