terça-feira, 7 de agosto de 2018

Até Breve, Jovino (FEB)

Mais um Herói-Amigo seguiu para o Bivaque Eterno. 

Jovino Gentilini foi Terceiro-Sargento da Força Expedicionária Brasileira, embarcando com o Primeiro Escalão para a Itália em 02 de julho de 1944, no II/ 1º ROAuR. Voltou ao Brasil em 18 de julho de 1945.

'Pracinha' Jovino Gentilini e Ana, ao lado do
Jeep Willys MB 1942 (FEB)

Desde 2015, Jovino esperava por nós no domingo de encerramento do Classic Car Poços de Caldas, MG.

Era alegria recíproca e ele sempre lembrava que era o único remanescente da cidade a ter combatido no Norte da Itália durante a Segunda Guerra Mundial.

Poços de Caldas está mais triste. Ana e eu também, e muito.

Foi no domingo a tarde, após deixarmos o XI Classic Car e seguir para a Rua Piauí, que tivemos contato com a notícia de sua internação na quarta-feira, 01 de agosto 2018.

Com suas filhas, neta e seu primeiro bisneto, de cinco meses, passamos meia hora falando sobre Jovino, fotografando o bisneto ao volante do Jeep Willys MB 1942 padrão FEB, e saímos de lá com a certeza absoluta de que em agosto de 2019, daríamos finalmente uma voltinha de 'capota abaixada'...

Infelizmente, no dia seguinte (06.8.2018), quando já estávamos em Jaboticabal SP, Jovino partiu...

Missão Cumprida!
A Cobra Continua Fumando!!

Alguns 'links' de publicações sobre o passamento de Gentilini:







sábado, 28 de julho de 2018

Barretos & Mário Lemos Ferraz


XV Encontro de AntigoMobilismo em Barretos (Chão Preto)


[Missão Cancelada]


Em 2011 participamos da XI edição do evento e já pensávamos então, em surpreender o único veterano da Força Expedicionária Brasileiro ainda vivo na cidade de Barretos, com uma visita a caráter e com “Belinha”, o nosso conhecido Jeep Willys MB 1942 padrão brasileiro da Segunda Guerra Mundial.

Mário Lemos e Marcos Paulo em visita

Não deu certo à época, mas o desejo de conhecer o ‘pracinha’ Mário Lemos Ferraz permaneceu conosco. Talvez e afinal, o XV Encontro de AntigoMobilismo em Barretos pudesse representar oportunidade ímpar para tal. No entanto, quis o destino que Mário tomasse o caminho do Bivaque Eterno antes da data aprazada, qual seja, neste final de semana de 28 e 29 de julho de 2018.
Enfrentar os 85km de Jaboticabal a Barretos com as viaturas históricas que estão sempre visíveis na garagem de nossa casa seria um novo desafio, por conta da distância e do calor previsto a 33 Graus Celsius. Quando estivemos lá em 2011, no estacionamento do Shopping Barretos, ficamos sob sombra. Hoje em dia, a despeito de nosso enorme carinho pela História da FEB (Força Expedicionária Brasileira), está ficando difícil seguir para esses eventos sem ao menos uma arvorezinha por perto, já que não nos descolamos das viaturas por um momento sequer.
É nossa sina, é nossa vontade. Enquanto pudermos, vamos divulgar a História da FEB e as viaturas históricas servem muito a esse propósito. Já destacamos antes e ratificamos – não nos envolvemos politicamente, nosso foco é a História e um pedacinho de Brasil muito diferente sob a nossa ótica. Moços e moças que cruzaram o Atlântico para combater o nazismo em 1944 e 1945 e foram literalmente ‘dispensados’ no retorno, mas que provocaram a suprema Constituição de 1946, uma das mais pluralistas que este país já teve.
Consultados os organizadores do XV AntigoMobilismo de Barretos, sobre o Ginásio de Esportes “Rochão”, a resposta foi de que haveria uma barraca para os expositores mas os veículos seriam posicionados ao sol. Isso inviabilizou nossa homenagem póstuma e pessoal a Mário Lemos Ferraz, posto que não nos afastamos do Jeep: – ficamos a disposição dos visitantes para fotos e esclarecimentos, e evitamos que crianças mais desavisadas ‘escalem’ a peça de museu.
Minha primeira explicação foi tão curta ao organizador que a impressão passada, equivocada, era de que “Belinha” derreteria sob o sol. Não nos preocupamos com o Jeep, ele já aguentou 76 anos de estrada – o problema somos nós! O sol que bate no metal é o sol que bate na pele, mas a lata não envelhece (mutatis mutantis)…
Enfim, com base na informação da organização, de que não espaço disponível com um mínimo de sombras perto do “Rochão”, relevamos o desafio. MAS – não abandonamos nossos veteranos, que se aproximam de seus aniversários centenários e insistem em nos dar o ar da graça, mês após mês, ano após ano.
Aos que deixam esta existência e partem para o Bivaque Eterno, encontrando a companhia de seus velhos companheiros de armas, nossa homenagem especial. Mário Lemos Ferraz, nossas desculpas pelos “quase” dos últimos quatro anos. Pelo que já escrevemos antes, fica aqui nosso agradecimento, adicionando algumas notas recentes encontradas na rede mundial de computadores.
A todos os ‘pracinhas’, a garantia de que sua História continue sendo contada. Representação máxima, aproxima-se o desfile de Sete de Setembro em Jaboticabal, a ser aberto novamente por Marino e Pires, veteranos de Araraquara, com 98 e 99 anos. Antes disso, deslocaremos os veículos até a cidade deles, para abrir o desfile de aniversário em 22 de agosto. E em nome de todos eles, os que estão entre nós e os que partiram, vamos perfilar as viaturas históricas no Estacionamento do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto em 25 e 26 de agosto, 2018.
E além dos desconhecidos, cujas notícias não nos chegam, está incluído Tilio Bordin, recentemente falecido mas sempre lembrado...

Prof. Marcus Carmo e o 'pracinha" Tílio

A COBRA CONTINUA FUMANDO!!






Da relação “EXCEL” sob minha guarda
Soldado MÁRIO LEMOS FERRAZ
Depósito de Pessoal/FEB 11º Regimento de Infantaria
Embarque para Itália 23/11/44
Retorno ao Brasil 17/09/45

O veterano Mário Lemos, com "Coração Brasil" na manga

Completando com a data de falecimento – 10 de julho de 2018.






Da internet


Vale TV, FaceBook em 12 de julho às 16:45
O ex-combatente da Segunda Guerra Mundial, senhor Mario Lemos Ferraz, faleceu nesta terça-feira, aos 97 anos de idade, deixando a toda sociedade brasileira um grande exemplo a ser seguido no que diz respeito ao compromisso de cada brasileiro para com a pátria.
Mario Lemos era barretense, teve 8 filhos, 10 netos, 14 bisnetos e uma tataraneta, e teve seu corpo velado no velório municipal com sepultamento no cemitério municipal, em solenidade acompanhada por familiares, amigos e atiradores e autoridades do Exército que vieram render ao ex-pracinha uma última homenagem.


Elisete Greve Tedesco‎ para Por Amor a Barretos!, FaceBook em 10 de julho às 14:57
Filho do casal Ezidoro Lemos da Silva e Maria Ferraz da Silva, Mário Lemos Ferraz nasceu em Barretos em 30 de Maio de 1921.
Contando com 24 anos de idade atendeu convocação do Exército Brasileiro para lutar junto a outros bravos na Segunda Guerra Mundial.
Por cerca de oito meses foi treinado em São João Del Rey por um período aproximado de 8 meses.
Em 21 de novembro de 1944 partiu do Rio de Janeiro para o norte da Itália, onde lutou em Monte Castelo, Montese e Gaba.
Na manhã de 15 de abril de 1945 foi ferido por estilhaços de granada no antebraço esquerdo, sendo atendido hospital militar em Livorno.
Permaneceu na Itália até meados de 1945.
Casado com Nair de Oliveira Lemos, teve 8 filhos: Mário Lemos Ferraz Jr., Paulo de Oliveira Lemos, João de Oliveira Lemos, Aparecida Lemos Macedo, Marly de Oliveira Lemos, Maria Inês Lemos Pinto, Marlene de Oliveira Lemos Borges e Magali de Oliveira Lemos.


Nota [Vitor] – O registro do ferimento, acima, aponta que Mário foi deslocado do Depósito de Pessoal da FEB para a frente de combate. A data é compatível com o avanço dos brasileiros na tomada da cidade italiana de Montese (MO), uma das batalhas mais sangrentas da Força Expedicionária Brasileira.




Texto de Marcos Paulo Torres, no FaceBook em 16 de julho às 03:40
Em 2014, durante conversa com o Amigo, Vitor Santos, fui informado de que na cidade de Barretos/SP ainda havia um Herói, integrante da ilustre FEB - Força Expedicionária Brasileira. Devido ao interesse, o amigo me aconselhou visitá-lo. No dia seguinte, após alguns levantamentos, obtive o endereço do Sr Mário Ferraz Lemos.
Chegando em sua residência, deparei-me com um senhor de 93 anos, baixa estatura, extremamente receptivo e absolutamente lúcido. Inicialmente eu olhava como se o mesmo pertencesse á um grupo de pessoas extraordinárias (continuo com o mesmo olhar), porém, devido sua humildade e generosidade fui me ambientando e assim, demos início a conversa sobre sua participação na Segunda Guerra Mundial, como integrante da FEB.
Relembrou sobre patrulhas, operações, ofensivas, defensivas, a ocasião em que foi ferido, enfim, o dia-a-dia no Teatro de Operações na Itália. Foi gratificante ver os "olhos de menino" daquele Veterano ao relembrar seu feito. Conversamos por horas e seria necessário outras tantas para saciar a empolgação daquele Bravo Guerreiro.
Terminei a conversa com um "Em breve retornarei"..... Não foi possível!
No momento da despedida, segui o conselho do Amigo Vitor Santos..... "Quando encontrar um Veterano de Guerra (leia-se integrante da FEB), aperte-lhe a mão, olhe nos seus olhos e diga-lhe..... OBRIGADO! Foi inesquecível perceber sua emoção pelo reconhecimento de um desconhecido.
Tive a Honra e o privilégio de conhecer o Sr Mário Ferraz Lemos, por muitos esquecido, renegado, descartado; como a maioria dos mais de 25.000 brasileiros enviados ao front europeu.
Essa semana tive a triste notícia do seu falecimento. Que Deus receba mais esse Herói.
"HOUVE UM TEMPO EM QUE O MUNDO PEDIU QUE HOMENS COMUNS FIZESSEM COISAS EXTRAORDINÁRIAS "


28 de julho de 2018

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Coluna da Vitória 2018

Em virtude de viagem a Sorocaba em 01 de julho, para ver família, nossa participação foi mínima na "Coluna da Vítória", no final de tarde.
A atividade tem foco em antigomobilismo temático, com veículos militares antigos, no nosso caso em particular, da Segunda Guerra Mundial.
Mas, ainda que em trânsito, foi especial!!
Primeiro, com o 'pracinha' José Marino de 98 anos, cujo breve depoimento aparece no link abaixo. Ele estava no navio que saiu do Rio em julho de 1944, para a Itália, com o primeiro escalão da FEB.
A seguir, e fechando a tarde, colocamos a 'celula-mater' de nossa coleção de veículos militares históricos (não é bem uma coleção, vá lá...) em movimento. "Belinha" (nome da viúva do veterano Stefani de Jaboticabal) estacionou ao lado da árvore plantada justamente por seu marido (e outros) em agosto de 1945.
Apolítica, nossa manifestação foi absolutamente singela e contou com a presença de três corações - herói José Marino, no bairro do Carmo em Araraquara, com Vitor & Ana em Jaboticabal. Foco 100% numa das mais belas páginas da História do Brasil.
A homenagem, por óbvio, se estende a todos aqueles nomes que não são conhecidos das grandes multidões, e que combateram o nazi-fascismo 74 anos atrás, inclusive na defesa do Litoral, como nosso querido China, que completa 99 anos em dezembro. São tantos que não dá para relacionar, mas nosso contato com o piloto Rui do "Senta a Pua" e o soldado Marino do "Sexto RI" foram (e são) especiais.
História é tudo de bom. Mas cometi um deslize ao mencionar 01, quando o embarque se deu a 02...
Abraços e até a próxima. Segue o link...
-

terça-feira, 17 de abril de 2018

2018 Apr Eventi della FEB

[POR] - [ITA]

Por/Da Giovanni Sulla

EVENTOS EM HONRA DA GLORIOSA FEB E ROTEIRO CULTURAL RELATIVO.
MANIFESTAZIONI IN ONORE DELLA GLORIOSA FEB E RELATIVO PERCORSO CULTURALE.


Sabato 21 Aprile  
09.15: Cerimonia Civica, Marginetta (Capelinha) del Deposito Divisionale della FEB - Staffoli
14.00: Concerto Orchestra Teatro Nazionale di Brasilia, Cattedrale di San Zeno - Pistoia
16.30: Cerimonia Civica, Cimitero Votivo Militare Brasiliano di Pistoia - San Rocco


Domenica 22 Aprile
Porretta Terme
11.00: Cerimonia Civica inaugurazione Busto al Maresciallo JB MASCARENHAS DE MORAES
12.20: Concerto Orchestra Teatro Nazionale di Brasilia - sala Comunale del Comune
14.40: PRESENTAZIONE LIBRI - LA FEB SULLA LINEA GOTICA  - FRATELLI SULLA MONTAGNA - IL COBRA STA FUMANDO - PRESSO LA BIBLIOTECA PUBBLICA
Iola di Montese
16.40: Visita al Museo di Iola


Lunedi 23 Aprile
08.40: Omaggio/homenagem hai 3 Coraggiosi Eroi Brasiliani, Precaria Biscaccio
11.20: Omaggio/homenagem Monumento FEB a Castelnuovo di Vergato
15.30: Visita al Castello Mattei Riola


Martedi 24 Aprile
08.40: Cerimonia Civica al Monumento della Liberazione - Guanella
11.00: Omaggio/homenagem Monumento Capellano Frei Orlando - Bombiana
12.20: Omaggio/homenagem Monumento hai 17 Eroi della Abetaia - Abetaia
15.30: Visita al Sito Storico di Monte Castello


Mercoledi 25 Aprile
Festa Nazionale ed Liberazione MONTESE
08.20: Omaggio/homenagem al Monumento Sergente Max Wolff, Riva di Biscia - Maserno
09.50: Montese (MO), Formazione e Sfilata hai vari monumenti Caduti - Alpini - Patrioti - in Largo Brasile - Omaggio/homenagem Monumento alla FEB, Cerimonia Civica e Canzone da parte dei Bambini delle Scuole di MONTESE della Canzone delle Espedizionario (alunos da escola cantam a Canção do Expedicionário) - Santa messa
14.00: Visita al Museo della FEB e sito storico nella Rocca di MONTESE, Concerto della Orchestra del Teatro Nazionale di Brasilia, nella Rocca/Castello di MONTESE
15.45: Visita alle postazioni (trincheiras alemãs) Tedesche della Linea Gotica, LASTA BIANCA - MONTELLO


Giovedì 26 Aprile
10.00: Visita a Collecchio e monumento di Pontescodogna - dove avvene la Resa della 148 Tedesca alle Forze della FEB (onde a 148 Div Alemã se rendeu para a FEB)
11.00: Visita a Fornovo di Taro e Neviano dei Rossi presso la Chiesa dove avvenero le trattative di resa. (Neviano e a igreja onde ocorreram as negociações da rendição)

27 a 29 Aprile
Alcuni brasiliani vanno alla “Colonna della Libertá”, San Miniato, La Spezia, Pisa.

Domenica 29 Aprile
Tortonia
11.30: Raduno e corteo di mezzi militari e autorità / encontro e desfile de carros militares e autoridades
12.00: Scoperta/descerramento la targa/placa dedicata alla FEB ed alle forze alleate/ forças aliadas a Palazzo comunale


[POR]
PARTICIPE, EM HONRA E RESPEITO ÀS GLORIOSAS TROPAs BRASILEIRAS DA Força Expedicionária Brasileira, EM MEMÓRIA DA AMIZADE ETERNA ENTRE BRASIL E ITÁLIA

[ITA]
PARTECIPATE PER ONORE E RISPETTO ALLE GLORIOSE TRUPPE BRASILIANE DELLA FEB IN RICORDO DELL ETERNA AMICIZIA TRA BRASILE E ITALIA

Giovanni Sulla

sábado, 30 de setembro de 2017

XIII EBPVM - Campinas Nov 2017

Agora é oficial! XIII EBPVM no 'site'
da MVPA USA. Venha!
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Now is official! XIII EBPVM in the
MVPA USA Website. Come on!
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C'est officiel! XIII EBPVM sur
le site Web MVPA/USA. Allez!
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C'è ufficiale! XIII EBPVM sul
sito web di MVPA-USA. Vieni!
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¡Ahora es oficial! XIII EBPVM en el
sitio web de la MVPA USA. ¡Venga!
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http://www.mvpa.org/home/mv-events/

Brazil, November 10 – 12, 2017: XIII Brazilian National Military Vehicle Preservation Meeting at the Ecological Park Monsignor Emilio Jose Salim, one hour from the São Paulo International Airport, Campinas, SP, Brazil, A great opportunity to meet MVP guys from Brazil, with re-enactors, historic vehicles and Brazilian Expeditionary Force (1944/1945) veterans. Contact: Nelson Alberti; nelson@quanta.com.br, cell phone +55 (19) 992048555.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

7º Ribeirão Auto Collection – RAC

7º Ribeirão Auto Collection – RAC
Shopping Iguatemi, Ribeirão Preto, SP Brasil
25 a 27 de Agosto de 2017


Gratidão, reconhecimento e desculpas


Ao “Auto Mogiana”, reiteramos nosso reconhecimento pela organização do evento epigrafado, entendendo que a sétima edição tenha representado evolução em todos os números estatísticos. Foi a primeira vez que conseguimos levar nossas três raridades a um evento aberto em Ribeirão Preto, rodando com todas elas.

Jalmir Duete, sempre brincalhão e de bem com a vida, obrigado pelo carinho e atenção. José Parra, profissional e cuidadoso, agradecemos pelos arranjos. Marcella Costa, somos gratos pela divulgação do setor “Veículos Militares Antigos” nas mídias de seu acesso. Marcella Gago e seu vídeo de divulgação, com um bom pedaço de 'militaria', também somos gratos. Há ainda os anônimos, ou nem tanto, mas que recebem toda nossa gratidão nesta mensagem.

Capítulo especial deve ser dedicado a uma personagem essencial para quem apresenta veículos militares antigos em exposições, e a caráter. Trata-se da Senhora SOMBRA. Embora todos os automóveis mereçam também gozar das benesses dessa ilustre senhora, o fato de permanecermos bastante tempo ao lado das viaturas, trajando uniformes de época não exatamente 'fresquinhos', faz com que nossos pedidos de sombra demandem atendimento privilegiado.

Em 2016, mesmo com um guarda-sol, foi quase impossível sobreviver ao calor e intensidade do sol. Tudo isso mudou em 2017 e não temos como expressar textualmente, o quanto isto ajudou ao grupo dos 'olive-drab' presente no 7 RAC. Foi como passar da água para o vinho... Neste contexto, reforça-se nossa gratidão.

Do “Sexto RI”, grupo ribeiropretano de reencenação histórica, recebemos a visita de Eduardo Castro e seu Jeep Willys MB 1942 “Anezio” (em fase de restauração) para o sábado e domingo, e a companhia foi muito bem-vinda. Maru chegou no finalzinho, só para a carona...

Agradecemos aos fotógrafos em geral, mas em especial a João Silva (Carrossauro) de Monte Alto, Zequinha Gagliardi de Taquaritinga, Yamada-San do HOG Ribeirão Preto, Marcella Costa do Auto Mogiana e Marcella Gago do AutoClassic, Rio de Janeiro.


Passamos agora aos pedidos de desculpas.

Desculpamo-nos por ter descumprido uma 'quase-promessa', de conduzir ao evento ao menos seis viaturas históricas, incluindo um Jeep 1951 da Guerra da Coréia e um caminhão Canadense raríssimo, modelo CMP 1942, usado na Segunda Guerra Mundial. A vida é feita de imprevistos e os proprietários de ambos os veículos se viram as voltas, não por sua culpa, com problemas intransponíveis de ordem pessoal e mecânica. Esta situação certamente prejudicou os organizadores do RAC, mormente quanto ao espaço dedicado e 'não utilizado' pelo setor de militaria. Fizemos o possível para compensar a ausência dos veículos com criatividade e disposição, representando positivamente os sentimentos desses nossos colegas de 'pelotão'.

Desculpamo-nos se, porventura, parecemos rude num ou noutro momento, comportamento decorrente de uma semana anterior verdadeiramente estressante, com Desfile do Bicentenário em Araraquara no dia 22, Expo “Semana do Soldado” no Shopping Jaboticabal de 23 a 25, evento “Dia do Soldado” no Tiro de Guerra 02-018 em 25 pela manhã.

Os maiores deslizes devem ter se configurado, por exemplo, com a ausência da despedida – quando a movimentação das viaturas se inicia, é complicado parar. No entanto, a “Major” Ana parece ter colocado 'panos quentes' nesse meu desvio de conduta, ao ter cumprimentado o presidente do “Auto Mogiana” e sua senhora – estendemos tal gesto simbolicamente a todos os demais.

Faltou também mais tempo para transitar entre os veículos e amigos que já são tantos e tão assíduos aos encontros de mesma natureza; desculpem-nos todos. Por sorte e resultado do trabalho, fomos procurados por muita gente em busca de informação, não apenas da motomecanização militar, mas pela História do Brasil e do Mundo durante o flagelo que foi a Segunda Guerra Mundial. Isso nos ocupou bastante.

Por fim, um breve relato do que foi o 7 RAC para o “Pelotão Jaboticabalense de Viaturas Militares Antigas”.

Viaturas apresentadas históricas em perfeito funcionamento, rodaram sem problemas entre Jaboticabal-Iguatemi-Jaboticabal. Todas com placas pretas, certificadas pela Federação Brasileira de Veículos Antigos e com índices de originalidade variando entre 94 e 97%, integrando o acervo vivo de (a) CVMARJ Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro, (b) APVMA Associação Paulista de Veículos Militares Antigos, (c) ABPVM Associação Brasileira de Preservação de Veículos Militares, (d) MVPA Military Vehicle Preservation Association USA:

1) Dodge Weapons Carrier WC51 1944 “Aninha”;
O caminhãozinho de dois eixos desta vez foi exibido sem as capotas de lona na traseira ou cabine, que precisam de reforma. Motor seis cilindros, Continental, gasolina.

2) Jeep Willys MB 1942 “Belinha”;
Este é o “carro-chefe” da exposição, primeira viatura recebida em nossa casa, em junho de 2011 e nomeada “Belinha” em homenagem ao veterano ‘pracinha’ Rubens de Stéfani (já falecido); é o nome de sua esposa. Motor quatro cilindros, Go-Devil, gasolina. Estava com a “Summer Top” de lona desgastada, que ajudou contra o sol na ida e na volta.

3) Moto Harley-Davidson WLA 1944 “Maryline”.
Ao contrário das outras duas viaturas, não está caracterizada como “Força Expedicionária Brasileira”. Sua pintura remete a unidades americanas da Segunda Guerra Mundial – U S Army. Motor clássico de dois cilindros em V 45 graus, gasolina, 750 cc.

O Jeep Willys MB 1942 “Anezio”, é de Ribeirão Preto, pertence a Eduardo Castro, em processo de recuperação.


25 de Agosto de 2017 - Sexta-Feira

Após encerrar presença na solenidade de “Dia do Soldado” no Tiro de Guerra em Jaboticabal, por volta de 09h30min, a Dodge seguiu até a Cerâmica Stéfani. Hugo, filho do falecido 'pracinha' da FEB Rubens de Stéfani (desmontava minas terrestres na Guerra), ofereceu-se para conduzi-la a Ribeirão Preto na mesma tarde, e assim o fez, deixando-a para pernoite na Concessionária STECAR.
A noite, após 22h00min, a exposição no Shopping Jaboticabal em homenagem ao centenário do Tiro de Guerra local, foi encerrada. O Jeep e a Harley-Davidson foram deslocadas de volta para casa e preparadas para o 'longo' percurso do dia seguinte.
O leito conjugal nos convenceu ao repouso por volta de 02h00min, já com malas prontas e Jeep carregado.


26 de Agosto de 2017 – Sábado

Alvorada as 05h45min, desobstrução da garagem, retirada das viaturas para a rua, 'check' final, uniformes:

Ana em vestido de algodão padrão listradinho branco e marrom claro, tecido conhecido como “anarruga”, cobertura, sapato marrom de época, tudo réplica fiel do que era usado dentro dos hospitais. Agasalhada com uma capa de lã verde desgastada, original, com 75 anos.

- Vitor com uniforme M43 brim cáqui de Tenente-Coronel USA, em réplica, que equipou os paraquedistas americanos nos desembarques do Dia-D em 06.6.1944, inclusive o 'bibico' na cabeça e a famosa bota “corcoran”. Camiseta branca, suspensórios de algodão. O 'brevet' em metal na jaqueta é original “Sterling” da época da Guerra.

Saída 06h50min, velocidade média de 60 km/hora, temperatura aproximada de 12 graus, uma parada de 10min logo após o pedágio de Sertãozinho.

Chegada 08h30min, estacionamento, distribuição das viaturas, arrancamos os agasalhos (o sol já esquentava), táxi até a STECAR, resgate da Dodge às 09h15min, condução de retorno ao Shopping Iguatemi.

Durante o dia, a Dodge foi sendo movida a medida em que chegaram outros Jeeps mais modernos, e pela ausência do Jeep 1951 e o CMP 1942, que eram esperados e não se apresentaram. A tarde, a Harley-Davidson teve que ser 'espremida' entre os dois Jeeps, para acomodar um calhambeque 1936 na ala competente. A sombra foi nossa “melhor amiga”.

Seguimos para o Hotel por volta de 19h00min, e voltamos para o jantar no Coco Bambu, fechando a noite, e quase 'mortos'.


27 de Agosto de 2017 - Domingo

Alvorada 08h00min – uau! O 'duffel bag' ou saco de viagem ficou cheio novamente, com o princípio do fim, ou seja, o último dia de RAC. Café da manhã, 'check-out' e táxi novamente, para o Iguatemi.

Para uniformes, optamos pelo “coverall” (macacão) em tecido HBT (semelhante ao brim) verde. Réplicas.

Para as mulheres, eram utilizados no atendimento de primeiros socorros aos soldados feridos, próximo a frente de batalha. Ana usou um 'bibico' com uma estrela, identificando se tratar de uma suboficial.

Homens usavam o “coverall” em diversas situações, inclusive para mecânicos, motoristas, intendência, e mesmo combate. O cinto em algodão com os suspensórios M1936 e acessórios, incluindo o coldre para pistola (única peça original da composição), e cantil. “Bibico” em lã fina, escura, com três estrelas em metal, identificando a patente de 'capitão'.

Durante todo o domingo, conversamos com muita gente, inclusive amigos de longa data e aqueles novos, descobertos no Evento. A temperatura mais uma vez subiu a níveis insuportáveis e a cerveja foi consumida com parcimônia, posto que o retorno pelo asfalto estava previsto para 15h00min.

Hugo de Stéfani chegou de Jaboticabal com o nosso mecânico de confiança Oswaldo (Oficina Santo Antônio Jaboticabal). Almoçaram e Oswaldo foi-se embora com o carro 'normal' de Hugo.

Por volta de 15h30min esvaziamos o espaço destinado às viaturas militares históricas, parando no Posto Fiuzza, em frente ao Iguatemi, para abastecimento. A temperatura já estava na casa de 35 graus Celsius, verdadeira ameaça para a saúde humana e dos veículos septuagenários.

Após duas horas de viagem, com duas paradas, a jornada se encerrou em Jaboticabal. Estacionadas as viaturas, é aguardar agora o Sete de Setembro.

O Desfile acontecerá na Rua Rui Barbosa em Jaboticabal, com a presença do Pires (98 anos) da Defesa de Litoral e Fernando de Noronha, e Marino (97 anos), Herói das Batalhas de Montese e Monte Castelo em 1945. Início 08h45min a partir do Ginásio de Esportes em Jaboticabal.

In memoriam’ de Zito, Hugo Correa, Mottinha e Leme.

Até 2018…

A Cobra continua fumando !!

domingo, 13 de agosto de 2017

Até Logo, Leme...

A História se repete, como a vida ordena, e mais um ‘pracinha’ se une a seus companheiros no Bivaque Eterno, coincidentemente da mesma Votorantim, encostadinha em Sorocaba.

Com Zito, foi fácil elaborar a homenagem, pelo histórico de contato com a família, vivência de tempos idos e visita de 2011.


Com Antonio Leme, é preciso imaginar, apenas e tão somente. Nascido a 21 de janeiro, como eu, mas em 1920, Leme contava já 97 anos e era tão desconhecido para mim, como é para os que lêem esta homenagem. Voltou da guerra em 1945 e demorou para se apresentar aos familiares, porque parece ter sofrido com amnésia temporária no Rio de Janeiro, sendo localizado após seis meses, reconhecendo sua mãe e voltando para Votorantim em 1946, onde constituiu família, chamando sua filha mais nova, curiosamente, de Toscana – deve ter se impressionado!

Partiu em 09 de agosto de 2017.

Contatada a unidade militar da cidade, Leme também contou com solenidade fúnebre a altura de sua importância, no dia 10 de agosto.

Reforça-se, por óbvio, a necessidade de resgate histórico desses nossos heróis esquecidos, daquele contingente de 25334 brasileiros enviados ao Norte da Itália em 1944. Como mencionado em outras ocasiões, eles estão por aí, esparramados por este país-continente e embarcando em velocidade exponencial para o Acampamento Final.

Para você, Antonio Leme, que viveu, atravessou o Atlântico, lutou, voltou e viveu ainda mais, nosso reconhecimento neste último adeus. Fica o registro do correspondente de Guerra Rubem Braga:

Esses homens que estão na frente não pretendem ser bichos sobrenaturais, nem pensam em derrotar os nazistas a grito ou a pelego.
Eles lutam.
Não são muitos, mas lutam e lutam honradamente, e lutam direito, dia e noite, ao frio à chuva, uma luta penosa.
Não precisam que ninguém aqui ou aí exagere o que fazem, em trololós patrioteiros.
Eles não são monstros: são lavradores, trabalhadores de vários outros ofícios, estudantes, moços de escritórios, simples filhos-de-família, são rapazes brasileiros que foram mandados aqui ou vieram como voluntários.
E eles dão conta do recado.”


Agradeço a Milton Parri, Nilze Campos e “Junior Silveira”, pelas informações elementares e únicas fotografias disponíveis. Quantos outros “Antonios” não estarão perdidos por aí?

Lá acima, cá embaixo, a Cobra Continua Fumando.


Jaboticabal, 13 de agosto de 2017. Vitor e Ana

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Inté, Zito!

Deixou-nos hoje mais um herói da FEB, este meio escondido, como tantos outros por aí, perdido num dos bairros da cidade de Votorantim SP.


José Carlos de Campos, o Zito, que amparou minha mãe quando trabalharam juntos numa das maiores escolas do Estado de São Paulo, o Daniel Verano.

Estava com 95 anos e a solenidade fúnebre contou com o carinho de algum admirador, como nós, para auxiliar na organização, de acordo com o relato sucinto de minha mãe, sorocabana da gema e presente ao cortejo:

"filho
o zito teve direito a uma cerimônia linda.
com tiros de fusil.
com toque de silêncio.
foi carregado e guardado pelos moços fardados do destacamento de votorantim.
caixão coberto com a bandeira do brasil, dobrada e entregue solenemente para a filha.
tudo isso foi organizado pelo moço chamado MILTON PARRI.
o hino do expedicionário foi cantado duas vezes.
o milton parri entregou uma cópia a cada um dos presentes.
meu amigo zito teve direito a todas as honrarias que qualquer pracinha brasileiro merece."

Ana e eu estamos tristes, porque além dele perdemos Hugo Correa e Antonio da Motta há pouco tempo, e vamos nos sentindo 'órfãos' dessas referências heróicas de um tempo distante com valores tão diferenciados.

No livro "Vivendo entre Soldados (...) expedicionários sorocabanos da FEB", de Luiz Antonio Oliveira, o sobrinho de Zito, José Carlos de Campos Sobrinho, escreveu na apresentação:

"(...) levando em conta o aspecto de valorizar as histórias humanas e pessoais (...) que encerro este prefácio contando uma história que me é muito cara, pois se refere a minha própria ligação com esses fatos da II Guerra Mundial. Naturalmente, essa ligação é com um desses jovens heróis guerreiros da FEB, e que representa o motivo principal, ao lado da amizade com o autor, de eu estar redigindo esta apresentação (...)


----
Era um domingo, início de agosto, ano de 1945...
- Seu Josias!... Dona Maria!... Ele chegou da guerra!...
(...) as pessoas foram abrindo alas para que passassem:
- É a irmã do Zito com os filhos! O pequeno, de colo, que ele nem conhece, tem o nome dele. Abre passagem para eles!
(...)
Zito abraçou a irmã, o cunhado, fez graça para a sobrinha Lila, que era seu xodó e em seguida, tomou nos braços o menino que trazia seu nome e, levantando-o, chorou emocionado por estar vindo de uma guerra em outro continente, de volta a sua casa e tendo às mãos a criança cujo nome lhe rendia homenagem, um feliz símbolo da paz.
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É essa a história. E foi assim que eu conheci meu tio, sem nenhuma noção ou memória do que conto, mas com a veracidade e a emoção das palavras de minha mãe, que me repetiu essa história eternamente, enquanto viveu.
Zito era o soldado José Carlos de Campos, do 1º Batalhão do 6º RI da Força Expedicionária Brasileira.
'Se vis pacem, para pacem'.
Sorocaba, verão de 2011 - José Carlos de Campo Sobrinho"

Ficam algumas fotos, nas quais Zito aparece do jeitinho que devemos registrar em nossas memórias, com ele e com tantos outros que foram subindo para o Bivaque Eterno...

A Cobra continua Fumando!



Jaboticabal, 08 de agosto de 2017. Vitor e Ana

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Comendo em Montese

Sugestões Gastronômicas para 24, 25 e 26 abril 2017.



Belvedere Ristorante
Montese (MO)
Gerenciado por Silvana Lucchi, é a casa do Brasil em Montese. ”Hours Concours” em termos de vinhos e gastronomia. O jantar de 24 de abril promete (custo por pessoa, adesão).
Gianluigi é o Chef, e mestre no uso do “Detector de Metais”, nas horas vagas.



Caffetteria Gelateria Pasticceria "Vecchia Piazza"
Montese (MO)
Vamos começar com o local que sempre chamou atenção de nosso amigo Spinosa: La Caffetteria Gelateria Pasticceria "Vecchia Piazza" di Montese (MO).
Pode ser o local ideal para um café, doce ou sorvete na tarde de 25 de Abril, antes do jantar.
A “Gazzetta di Modena” publicou em outubro de 2014:
[ ITA ]
MONTESE. Una tradizione che prosegue nel tempo. La Caffetteria Gelateria Pasticceria "Vecchia Piazza" di Montese è da trentacinque anni un ritrovo per gli abitanti del paese e non solo. Nel locale di Piazza IV Novembre si possono trovare gelati di qualità, rigorosamente fatti in casa e preparati secondo le tecniche artigianali da Claudio Fiorini (mastro gelataio e pasticcere della “Vecchia Piazza” da trent'anni). Sono 24 i gusti che compongono l'offerta della gelateria montesina. Da menzionare il fatto che i gelati sono senza glutine. «Abbiamo solo prodotti di qualità - spiega Valentina Vignali, nuova proprietaria da circa 5 mesi della gelateria - come il pistacchio di Bronte, la nocciola di Cuneo e le mandorle di Noto. Nello stesso tempo, per i gusti alla frutta utilizziamo prodotti a chilometro zero come i mirtilli, i lamponi e i fichi». (a.g.)
[ POR ]
Uma tradição que persiste ao longo do tempo. A Cafeteria Pasticceria Gelateria "Praça Velha" de Montese conta já trinta e cinco anos, como um ponto de encontro para os habitantes da cidade e arredores. Na Praça IV Novembre, você encontrará sorvete artesanal de qualidade e preparado de acordo com as técnicas tradicionais de Claudio Fiorini (Mestre-Sorveteiro e Chef de do "Vecchia Piazza” por trinta anos). Há 24 sabores que compõem a oferta de sorvete montesina. De se mencionar o fato de que os sorvetes são sem glúten. "Nós temos somente produtos de qualidade - diz Valentina Vignali, nova proprietária, há cinco meses – de sorvete como pistache de Bronte, avelã de Cuneo e amêndoa de Noto. Ao mesmo tempo, para os sabores de frutas, usamos produtos frescos como amoras, framboesas e figos ". (A.G.).



Agriturismo e Restaurante La Padulla
Iola di Montese (MO)
Fica na Via Porrettana 2600 Iola di Montese (MO) - tel. 059/980333. Quase todos nós já tivemos oportunidade de experimentar o almoço tradicional e o ambiente absolutamente alegre e despojado do lugar. A comida é abundante e de qualidade, caseira e familiar.
Antipasti
- gnocco fritto e crescentine con affettato e formaggio
- crostini misti (funghi porcini ragù di prosciutto)
Primi piatti 
- gnocchetti “alla padulla”
- tortelloni burro e salvia
- tagliatelle al ragù
- pappardelle al cinghiale
- tortellini brodo panna
- gocce d’oro
- risotto al radicchio
Secondi piatti
- carne mista alla griglia
- filetto all’aceto balsamico
- scaloppina al limone
- arrosto di pollo e coniglio
- cinghiale in umido
- cacciatora di pollo
Contorni
- patate fritte
- patate al forno
- purè
- verdure di stagione
Dolci
- panna cotta al caramello
- mascarpone e fragole
- creme caramel
- sorbetto al limone
- crostata della nonna
- torta di mele
ANTIPASTI (4.00 EURO)
PRIMI PIATTI (6.50 EURO)
SECONDI PIATTI (7.00)
DOLCI (3.50)



La Zampanella
Montese (MO)
Descobrimos em 2016, sendo o prato típico local servido com diferentes recheios. Está distante 150m do Hotel Belvedere e bem próximo ao “Vecchia Piazza”.



Caciosteria Due Ponti
Ponte della Venturina (PT)
Este fica em Ponte della Venturina (aliás, onde permaneceu o herói José Marino por algum tempo, na Segunda Guerra – em 2015 almoçamos com ele neste local).
Ótimos produtos, pratos e vinhos.




Há outros restaurantes ótimos na região, como o “La Terrazza” logo a frente do Belvedere - Montese, com um salão de jantar magnífico e vista maravilhosa. Também o Gea, em Castel d’Aiano, muito tradicional, e outros pontos para serem descobertos.